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05/03
2018

Cemafauna realiza 2ª sessão do First Friday sobre Febre maculosa em animais silvestres

Na última sexta-feira, 02, o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna Caatinga) realizou a segunda sessão do projeto científico-cultural ‘First Friday’ para um público composto de docentes, discentes e profissionais das áreas de Ciências Biológicas, Zootecnia e Medicina Veterinária. Com o tema ‘Participação de Animais Selvagens na Febre Maculosa Brasileira’, a conferência foi ministrada pelo professor permanente dos Cursos de Pós-graduação em Ciência Animal; e em Ciências Veterinárias no Semiárido (Univasf) e Professor colaborador do Curso de Pós-graduação em Ciência Animal Tropical (UFRPE), Maurício Claudio Horta.

O professor Horta comentou sobre a importância de encontros como esses que, segundo ele, são fundamentais para trazer o conhecimento com relação a algumas doenças ainda hoje negligenciadas no Brasil. “A febre maculosa é uma delas, bem conhecida em áreas endêmicas, mas em áreas onde ela ocorre com uma frequência menor como a região Nordeste onde há registros de poucos casos registrados, pouco se conhece.” Ele ainda falou que considera muito importante trazer a comunidade acadêmica, docentes, discentes e profissionais para poder “discutir e conhecer a epidemiologia dessa doença e inclusive para poder prevenir novos casos que venham a acontecer em determinadas áreas”, afirmou.

A próxima sessão será dia 06 de abril, às 16h, no auditório do Museu de Fauna da Caatinga, Campus de Ciências Agrárias da Univasf, zona rural de Petrolina. Em breve serão divulgados tema e palestrante.

 

Sobre a doença

A Febre Maculosa é conhecida no Brasil e no mundo há mais de um século. Trata-se de uma enfermidade causada pela bactéria Rickettsia spp. e transmitida aos seres humanos por carrapatos, pulgas, piolhos e ácaros vetores. Ocorre em todas as regiões do Brasil e em algumas regiões apresenta altos índices de letalidade. No estado de São Paulo, por exemplo, entre os anos 1998 e 2013, foram notificados 521 casos da doença e em 2016 foram confirmadas três mortes por febre maculosa até setembro. A participação de alguns animais selvagens como capivaras e gambás assume grande importância na manutenção do agente na natureza. De acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), no Brasil, entre os anos de 2000 a 2017, foram notificados 1.747 casos da doença.

 

First Friday

Uma vez por mês, o Museu de Fauna fica aberto até 18 horas para uma discussão científica emocionante seguida de happy hour e um passeio pelo Museu, onde a pessoa conhecerá o acervo de cerca de 40 peças de animais silvestres taxidermizados, todos do bioma Caatinga. Esse é um programa para um público de todas as idades interessado em discutir de forma dinâmica CIÊNCIA. Com início previsto para as 16 horas, as palestras têm duração mínima de 1 hora. A entrada é limitada em 100 participantes que devem realizar sua inscrição (informando seu nome completo, CPF, telefone e e-mail) no valor de R$ 15,00 até a quinta-feira que antecede o evento na recepção do CETAS Cemafauna. A coordenação comunica ainda que para receber o certificado é preciso participar do primeiro ciclo das cinco sessões que acontecerão ao longo desse primeiro semestre. Aos participantes também será concedido o transporte para deslocamento do Cemafauna até a Univasf Campus Centro após o encerramento da sessão.

 

Fonte: Jaquelyne Costa/ Ascom Cemafauna
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Nossa atuação

O Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga tem sua sede em Petrolina-PE, mas sua área de atuação estende-se por todo o semiárido nordestino do Brasil, que compreende uma extensão de 982.563,3 km². Além dos diversos municípios que abrigam a obra do Projeto de Integração do São Francisco nos estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará, o Centro também realiza ações no estado da Bahia participando de operações de fiscalização ambiental a exemplo da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) realizada pelo Ministério Público da Bahia em parceria com diversos órgãos ambientais. 

Quem somos e o que fazemos? Confira aqui!

Nessa reportagem, exibida no programa "Como Será?" no dia 11 de julho de 2015, você confere como é feito o trabalho de conservação e manejo de fauna realizado pelos analistas ambientais, professores e estagiários do Cemafauna Caatinga, nas áreas sob influência do Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional (PISF).  

Conheça o trabalho do Cemafauna Caatinga assistindo este vídeo.

O Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga tem como missão desenvolver práticas de cunho socioambiental, buscando preservar o meio ambiente em favor dos animais do bioma caatinga. Para tanto, viabiliza ações nos âmbitos estrutural, tecnológico, educacional e pedagógico, nutricional e humano. 

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Em fevereiro/2012 um grupo contendo 46 Amazona aestiva, oriundos do comércio ilegal, foram liberados em um recinto com área de aproximadamente 750m² e com 8 metros de altura. Em abril/2012, 04 (quatro) ovos de A. aestiva foram encontrados nos troncos, mostrando que é possivel estabelecer um programa sério de reabilitação dessa espécie e de outras espécies. Esse projeto é uma parceria entre a CPRH, IBAMA-Recife e CEMAFAUNA.

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